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Contos Outra Vez, contos, Edições Cotovia, 1997
Prémio Camilo Castelo Branco da Associação Portuguesa de Escritores, 1998
Contos Outra Vez reúne, pela primeira vez, contos dispersos que foram sendo escritos e publicados entre 1984 e 1997. Integram-se ainda nesta antologia três contos inéditos: "Uma empresa espiritual", "Brandina ou O silêncio dos produtos" e "O Caso dos dois Juans".
Índice
III
O caso dos dois Juans O salto de Master Campbell O Pico do Furcht Rex IV Viagens que não fiz
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na imprensa
"Números mágicos: 21 contos, espalhados por 13 anos de vida e escrita de Luísa Costa Gomes. (...) 21 histórias de gente que conquistamos rapidamente para o nosso círculo de indispensáveis, e locais que queremos absolutamente conhecer." - Cosmopolitan
"Luísa Costa Gomes é uma das vozes mais singulares da nova literatura portuguesa. Sigamos a autora no seu projecto desolado e irónico. (...) Prosa elegante e forte como a do Padre António Vieira, não? Convém ler, já." - Torcato Sepúlveda, Semanário
"Mercê de um refinamento estético de elevada exigência moral (no sentido steineriano do termo), Contos outra vez aprofunda as contradições do carácter humano no final do século face à substituição de simulacros que transforma o gesto em bracejo, o sorriso em esgar, a liberdade em automatismo, em suma: a personagem no seu duplo, correndo o risco de vê-la confrontada com insólitos instantâneos como o: da existência real das personagens que chegam muitas vezes a cometer violências sobre os seus criadores." -Vergílio Alberto Vieira, Diário de Notícias
"Luísa Costa Gomes é uma das vozes mais singulares da nova literatura portuguesa. Sigamos a autora no seu projecto desolado e irónico. (...) Prosa elegante e forte como a do Padre António Vieira, não? Convém ler, já." - Torcato Sepúlveda, Semanário
"Mercê de um refinamento estético de elevada exigência moral (no sentido steineriano do termo), Contos outra vez aprofunda as contradições do carácter humano no final do século face à substituição de simulacros que transforma o gesto em bracejo, o sorriso em esgar, a liberdade em automatismo, em suma: a personagem no seu duplo, correndo o risco de vê-la confrontada com insólitos instantâneos como o: da existência real das personagens que chegam muitas vezes a cometer violências sobre os seus criadores." -Vergílio Alberto Vieira, Diário de Notícias